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MEC reúne gestores do Pacto pela Recomposição das Aprendizagens

O Ministério da Educação (MEC) realizará, nos dias 9 e 10 de novembro, o 2º Encontro Nacional de Gestores – Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em Brasília. A abertura do encontro será na terça-feira, 9 de dezembro, às 8h30, com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube.  O evento reunirá 53 coordenadores técnicos do Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens, responsáveis por articular a política nos estados e municípios. O objetivo é promover o diálogo, a formação e a colaboração entre dirigentes e técnicos das redes de ensino, com o intuito de fortalecer a implementação das políticas de recomposição das aprendizagens.   Durante o evento, serão compartilhadas boas práticas, visando ao fortalecimento do regime de colaboração, além de um momento de alinhamento estratégico para a construção coletiva dos próximos passos para 2026.   Recomposição das Aprendizagens – O Pacto Nacional pela Recomposição das Aprendizagens é uma iniciativa do MEC que tem o objetivo de apoiar estados, municípios e o Distrito Federal na recomposição das aprendizagens de estudantes da educação básica que apresentam defasagens. A política, construída de forma colaborativa com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), busca garantir que esses estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade, reduzindo desigualdades e fortalecendo a equidade no ensino.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)  Fonte: Ministério da Educação

Série de webinários abordará equidade no Novo PAR

Na segunda e quarta-feira, 8 e 10 de dezembro, o Ministério da Educação (MEC) promoverá dois eventos on-line para tratar de ações de promoção da equidade educacional no Novo Plano de Ações Articuladas (Novo PAR). Os diálogos são uma iniciativa da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) e da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC.   Na segunda (8), será realizado o “Equidade no Novo PAR – modalidades de ensino e políticas da Secadi”, voltado aos agentes da Rede Nacional de Assistência Técnica e Formação do Novo Plano de Ações Articuladas (Renapar) e aos responsáveis pela gestão da educação nas unidades federativas. Já na quarta (10), acontecerá a live “O Novo PAR como ferramenta para as políticas de equidade”, direcionado às redes de governança, que explicará o que é o Plano, apresentar a plataforma, exemplificar políticas e detalhar as possibilidades de ação. Ambos os eventos ocorrem das 10h às 12h, com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube.  Novo PAR – O Plano de Ações Articuladas é implementado em ciclos de quatro anos. Em 2025, o MEC lançou o Novo PAR (2025-2028), que está totalmente reformulado em relação aos ciclos anteriores. Ele foi construído por meio de um grupo de trabalho com a participação das secretarias de educação e das entidades vinculadas ao MEC, a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed) e representantes das secretarias estaduais e municipais de educação.  O PAR é um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão das redes de ensino da educação básica, que organiza a assistência técnica e financeira do MEC aos estados, aos municípios e ao Distrito Federal, com foco na melhoria da qualidade da educação. É por meio do PAR que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) transfere recursos da assistência financeira voluntária do MEC, inclusive de emendas parlamentares, às unidades federativas para iniciativas diversas, como a aquisição de ônibus do Programa Caminho da Escola, equipamentos de tecnologia e aparelhos de ar-condicionado; construção de escolas e creches; e formação de professores e profissionais da educação.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi  Fonte: Ministério da Educação

Oito Organizações da Sociedade Civil tomam posse no Conatrap

Brasília, 05/12/2025 – O Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas (Conatrap), vinculado à Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), deu posse às oito Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que integrarão o colegiado no biênio 2025–2027, com possibilidade de recondução por mais dois anos. A cerimônia foi realizada nesta sexta-feira (5), no Palácio da Justiça, em Brasília (DF), durante a 16ª reunião ordinária do Comitê. As organizações empossadas são: Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Infância e da Juventude (Asbrad); Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro; Projeto Resgate; Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra); Centro de Apoio e Pastoral do Migrante (Cami); Círculos de Hospitalidade; Cáritas Foz do Iguaçu; Instituto Social Ágatha em Defesa da Mulher. As organizações foram selecionadas por meio de edital de chamamento público lançado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), que estabeleceu critérios como atuação comprovada no enfrentamento ao tráfico de pessoas e ao contrabando de migrantes, além de, no mínimo, três anos de formalização no País. A posse das organizações marca a reestruturação do Comitê Nacional, promovida pela Portaria MJSP nº 959/2025, e inicia um novo ciclo de colaboração e legitimidade democrática na política pública de enfrentamento ao tráfico de pessoas. A medida retoma o princípio da paridade, com a participação de oito representantes de órgãos governamentais e oito de organizações da sociedade civil. “A reestruturação do Conatrap não foi apenas uma mudança burocrática; foi um esforço para preencher lacunas históricas e trazer uma atuação mais coordenada para o centro do nosso debate. O processo transparente e bem-sucedido de seleção da sociedade civil, que estamos considerando uma boa prática a ser replicada nos estados, demonstra que essa nova configuração é a mais legítima e robusta para enfrentarmos o tráfico de pessoas no Brasil”, destacou a coordenadora-geral de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Contrabando de Migrantes, Marina Bernardes. O diretor do Departamento de Migrações (Demig), Victor Semple, ressaltou que o momento reforça o compromisso do Ministério da Justiça e Segurança Pública com a democracia participativa e com políticas construídas de forma conjunta com a sociedade. “A reestruturação do Conatrap marca uma fase mais plural, integrada e alinhada às políticas nacionais de migração e de enfrentamento ao tráfico de pessoas. Só com a participação ativa da sociedade civil e dos diversos órgãos do Estado conseguiremos responder aos desafios reais e construir políticas mais efetivas”, afirmou Victor. 16ª reunião ordinária Este foi o último encontro do Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas em 2025. Durante a reunião, foi aprovado o novo modelo de Regimento Interno do Comitê, que será analisado pela consultoria jurídica do MJSP e, depois, aprovado por portaria. Foram debatidos pontos da minuta do novo Regimento Interno, incluindo competências, periodicidade das reuniões, papéis dos membros e formas de deliberação. Também foi apresentado o monitoramento do IV Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, com avaliação de avanços, análise de indicadores, desafios nos estados, definição de prioridades e formação dos grupos de trabalho que atuarão em 2026. Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

PF apreende medicamentos e substâncias proibidas no Aeroporto de Cascavel/PR

Cascavel/PR. Na noite desta sexta-feira (5/12), durante fiscalização de rotina no Aeroporto Cel. Adalberto Mendes, a Polícia Federal apreendeu diversos materiais proibidos que seriam transportados por dois passageiros. Entre os itens retidos estavam canetas e ampolas de um fármaco utilizado para emagrecimento, além de substâncias anabolizantes. Todo o material foi encaminhado à Receita Federal para análise e adoção das medidas cabíveis. Comunicação Social da Polícia Federal em Cascavel/PR E-mail: cs.cac@pf.gov.br Telefone: (45) 3216-6200 Fonte: Polícia Federal

Em João Pessoa, Ministério da Saúde finaliza ciclo de oficinas regionais do Programa Nacional de Equidade

Nos dias 4 e 5 de dezembro, João Pessoa recebeu a última oficina regional do Programa Nacional de Equidade de Gênero, Raça, Etnia e Valorização das Trabalhadoras do Sistema Único de Saúde (SUS). A ação, que percorreu 6 cidades, nas cinco regiões do país e impactou diretamente 600 pessoas, é desenvolvida pelo Ministério da Saúde por meio da Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde (SGTES), em parceria com o Hospital Sírio-Libanês e o Hospital Alemão Oswaldo Cruz. Realizadas desde 2023, a partir da concepção do Programa Nacional da Equidade, as oficinas nacionais e regionais se consolidaram como espaços estratégicos para fortalecer redes colaborativas, fomentar ações de equidade no trabalho e integrar essas iniciativas aos planos estaduais de gestão do trabalho e educação na saúde. Conselhos de saúde, secretarias estaduais e municipais, instituições de ensino e movimentos sociais, além de gestores, trabalhadores, usuários, estudantes e pesquisadores da área da saúde também participaram da ação. Na oportunidade, o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Felipe Proenço, falou da importância do Programa Nacional de Equidade e de como ações transversais fortalecem o sistema público de saúde. “A discussão da equidade no SUS é estratégica e fundamental para que as pessoas sejam bem atendidas e tenham representatividade dentro do sistema de saúde. Esse esforço do Governo Federal de promover equidade e saúde ganhou corpo ao promover espaços estratégicos para fortalecer redes colaborativas, fomentar ações de equidade no trabalho e integrar essas iniciativas aos planos estaduais de gestão do trabalho e da educação na saúde”, destacou Proenço. Para o diretor do departamento de Gestão da Educação na Saúde (DEGES), Fabiano Ribeiro, a realização da oficina é sempre um momento de reflexão e, também, de autocuidado. “Nosso objetivo é fazer com que o profissional possa pensar: como eu consigo combater isso que me afeta? Porque uma trabalhadora da saúde, que no seu dia a dia vai para o trabalho, tem a sua família também, pode ter filhos e vai cuidar dos nossos filhos, mesmo assim sofre violência naquele ambiente e é extremamente afetada. Por isso, é importante que essa trabalhadora tenha um espaço de reflexão e pense mecanismos para combater esse processo, inclusive no cuidado com aquelas pessoas que ela atende”. Troca de experiências “Este é um momento muito produtivo para mim, porque estou conhecendo pessoas, vendo experiências dos outros estados, conseguindo pegar a estratégia que os outros estados estão utilizando para que os comitês funcionem bem, compartilhando dificuldades nas formas de caminhar. Então é muito importante você ver, ouvir e conhecer pessoas”, disse a participante da Escola Estadual de Saúde Pública e participante do Comitê de Equidade da Bahia, Andreia Gomes. De acordo com a professora da Universidade Federal de Campina Grande e integrante do Comitê de Estadual de Equidade, Gracielle Malheiros, as oficinas se constituem em um importante momento de encontrar pares se fortalecer as lutas diárias em prol da saúde no Brasil. “Além de nos fortalecer, as oficinas nos dão a chance de poder aprender, trocar experiências e levar para os comitês, onde estamos juntando diferentes estratégias e projetos, como o PET Saúde e o AfirmaSUS”. “Chegamos a essa última oficina com uma metodologia que a gente aprimorou ao longo do tempo. E tudo que aconteceu até aqui não tem uma receita mágica. É uma construção e reconstrução, por isso, esse é um momento importante ao processo de implementação da equidade na saúde”, destacou a coordenadora de projetos do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Camila Tavares. Programa Nacional de Equidade no SUS Com um orçamento de mais de R$ 50 milhões até 2026, o Programa Nacional de Equidade no SUS, instituído em março de 2023, integra uma das agendas prioritárias do Governo Federal para o enfrentamento às desigualdades de gênero, raça e etnia, reconhecendo o papel do Estado como promotor e articulador de estratégias e políticas públicas que buscam combater as iniquidades sociais. Desde sua instituição, além  das oficinas, a iniciativa tem desenvolvido diversas estratégias e entregas que têm transformado situação das trabalhadoras no SUS, tais como: os cadernos de equidade, chamada pública para implementação dos comitês estaduais de equidade, contratação de articuladoras territoriais, o aplicativo EquidadeSUS e a especialização em Equidade na Gestão do Trabalho e na Educação na Saúde, em parceria com o HAOC, que impactou duas mil pessoas e já está no segundo ano de oferta de vagas. Nádia ConceiçãoMinistério da Saúde Fonte: Ministério da Saúde

Fórum dos Trabalhadores Portuários cria GT para debater equidade de gênero

No último encontro do ano, o Fórum dos Trabalhadores Portuários se reuniu no Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), nessa quinta-feira (4), para sua 15ª reunião, que teve como destaque a criação do Grupo de Trabalho de Equidade de Gênero, aprovada por votação unânime. O colegiado também apresentou o balanço das ações de 2025 e discutiu as perspectivas para 2026. A pauta foi trazida pela Federação Nacional dos Portuários (FNP) Segundo o membro titular da FNP, Sérgio Giannetto, a criação do GT representa um avanço necessário. “Propus que esse debate ganhasse dimensão nacional. Era essencial que o Fórum incorporasse esse tema, que é tão relevante para toda a sociedade”, destaca. Para a diretora de Gestão e Modernização Portuária do MPor, Ana Carolina Bomfim, o GT representa um passo essencial para fortalecer a agenda de diversidade e igualdade de gênero no setor portuário. “A criação do GT é fundamental para avançarmos na promoção da diversidade nos portos, especialmente na igualdade de gênero. Alinhar essas discussões é decisivo para garantir ambientes mais inclusivos e manter o trabalhador e a trabalhadora portuária no centro das nossas ações”, ressalta. A Federação Nacional das Operações Portuárias (Fenop) será a coordenadora do GT e, para a gerente executiva da entidade, Maria Cristina Dutra, o avanço é natural diante da crescente participação feminina no setor. “Com o aumento da presença das mulheres nos portos e a experiência da associação Mulheres e Portos, criada no âmbito da Fenop, tudo converge para esse momento. Estou muito feliz em colaborar com essa construção, representando a Federação e as entidades que se somarão ao processo. Trabalhar pela equidade de gênero e raça é fundamental”, pontua. Para a chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Portos (SNP), que representará a Secretaria na articulação entre as entidades, Marina Cavalini Bailão, a criação do GT também reforça a necessidade de alinhamento e fortalecimento do tema. “Precisamos desse movimento ganhando força. Nosso papel será coordenar os esforços para que atuemos juntos, com linguagem comum e compreensão clara dos termos e conceitos que devemos apresentar e disseminar. Só assim conseguiremos enfrentar as desigualdades sem tratar realidades diferentes como se fossem iguais.” Balanço e avanços Durante a reunião, também foi apresentado um balanço das principais realizações do Fórum, incluindo a instituição da Portaria da Guarda Portuária. Como perspectiva para 2026, ficou definido que a primeira reunião do ano ocorrerá em fevereiro, quando deverá ser discutida a elaboração de um plano de trabalho para todos os Grupos de Trabalho, tanto o GT da Autoridade Portuária quanto o de Trabalho, Previdência e Saúde. Segundo a diretora Ana Carolina Bomfim, 2025 foi marcado por uma entrega central para o setor. “O grande destaque deste ano foi a Portaria da Guarda Portuária (https://www.gov.br/portos-e-aeroportos/pt-br/assuntos/noticias/2025/11/ministro-silvio-costa-filho-assina-nova-portaria-da-guarda-portuaria-para-fortalecer-seguranca-nos-portos-organizados), que demandou um esforço significativo de todas as instituições envolvidas. Alcançamos um consenso muito positivo, e essa foi, sem dúvida, a principal entrega do Fórum em 2025. Que 2026 seja também um ano de novos avanços e importantes realizações para o setor portuário”, finaliza. Estiveram presente na reunião representantes da Federação Nacional das Operações Portuárias (Fenop), da Associação Brasileira das Entidades Portuárias e Hidroviárias (Abeph), da Federação Nacional dos Conferentes e Consertadores de Carga e Descarga, Vigias Portuárias, Trabalhadores de Bloco, Arrumadores e Amarradores de Navios, nas atividades portuárias (Fenccovib), da Federação Nacional dos Estivadores (FNE), Federação Nacional dos Portuários (FNP), do Ministério Público do Trabalho (MPT) e do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Assessoria Especial de Comunicação SocialMinistério de Portos e Aeroportos Fonte: Portos e Aeroportos

Parcerias do MDS via Programa Acredita melhoram a vida de populações em vulnerabilidade

Ao longo desta semana, representantes de diversos países estiveram reunidos, em Salvador, para compartilhar experiências e resultados no enfrentamento às desigualdades. Apesar das diferentes realidades, um ponto se destacou: os desafios sociais podem ser superados a partir de políticas coordenadas, que combinam transferência de renda, inserção no mercado de trabalho e oportunidades de empreendedorismo. O Governo do Brasil, por meio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), vem transformando vidas com ações de inclusão produtiva e socioeconômica. Esse trabalho ganhou evidência durante o workshop Programa de Impacto: Emprego para os Pobres, realizado pelo Banco Mundial. Além de palestras, a programação do evento na capital baiana contou com saídas de campo, na quarta-feira (4.12), possibilitando que as autoridades estrangeiras conhecessem, na prática, o impacto das políticas brasileiras. “As visitas realizadas nos permitiram testemunhar histórias reais de superação, de dignidade reconstruída e de esperança renovada. Na empresa Atento, por exemplo, nós ouvimos depoimentos comoventes de pessoas que antes estavam à margem do mercado de trabalho e hoje têm emprego formal, renda estável e resgataram projetos de vida”, destacou o secretário de Inclusão Socioeconômica do MDS, Luiz Carlos Everton. A empresa de call center se consolida como uma parceira estratégica do MDS ao promover qualificação profissional e contratar trabalhadores inscritos no Cadastro Único. Entre janeiro de 2024 e junho de 2025, a Atento contratou mais de 20 mil pessoas do Cadastro Único, demonstrando a força das políticas de inclusão produtiva construídas em parceria com o setor privado. Até aqui, 55% dos admitidos na unidade de Salvador são do Cadastro Único. “Aprendemos, de forma muito clara, que as parcerias com o setor privado são catalisadoras de grandes transformações sociais. As empresas precisam de trabalhadores. O Brasil tem milhões de pessoas de baixa renda que querem trabalhar. E assim, juntos, nós estamos derrubando um grande mito histórico, o de que beneficiado dos programas sociais não querem trabalhar”, declarou o secretário do MDS. Suporte na prática Esse é o caso do colaborador da empresa Fellipe Almeida Lima. Aos 22 anos, ele passa pela terceira experiência de trabalho por meio processo seletivo que deu destaque a inscritos no CadÚnico. Ele compartilhou um pouco de sua trajetória atuando na área de relacionamento com o cliente, durante a visita das autoridades do Banco Mundial até a empresa. “Primeiramente, o Cadastro Único vai além. É como se você estivesse sendo representado dentro da sociedade. É entender que aquilo pode te proporcionar algo benéfico em todos os âmbitos, como acesso ao emprego e acesso à cultura também”, ressaltou. Segundo o jovem, a experiência na empresa tem ensinado a ele sobre uma série de assuntos, desde gerenciamento de crise até relações interpessoais saudáveis. “Acho que nenhum emprego é só sobre o emprego, é tudo sobre como você aprende, como você se dispõe a aprender”, disse Fellipe. Maria Lorena Reis Britto, que trabalha no setor de atendimento e suporte da empresa, lembrou que, após ser selecionada para a vaga, recebeu capacitação e treinamento para o trabalho. “Eles preparam a gente e dão suporte o tempo todo, em caso de qualquer dúvida”, afirmou. Ela comemorou a conquista da própria autonomia, por meio do trabalho. “Eu morava com minha mãe e logo que vim trabalhar aqui já comecei a reformar minha casa”, contou. Inclusão produtiva A secretária nacional de Segurança Alimentar e Nutricional do MDS, Lilian Rahal, também participou das atividades do encontro do Banco Mundial em Salvador. Ela ressaltou as parcerias que o Governo do Brasil tem firmado com outras esferas públicas, dentro do pacto federativo, e destacou os impactos positivos gerados pelas parcerias seladas com o setor privado. “Temos implementado parcerias, com o setor privado e com a sociedade civil, para que a nossa população possa ter oportunidades de geração de renda, de empregabilidade, de inclusão produtiva, seja no ambiente rural, seja no ambiente urbano”, defendeu Lilian Rahal. “Fazendo com que o nosso país tenha a menor taxa de pobreza da nossa história, redução do desemprego e muitos indicadores que apontam para o desenvolvimento do nosso país”, completou a secretária. Banco Mundial O workshop Programa de Impacto: Emprego para os Pobres foi realizado entre os dias 2 e 4 de dezembro, em Salvador, reunindo cerca de 60 representantes governamentais em debate envolvendo estratégias para ampliar políticas de inclusão econômica em escala global, com foco na troca de conhecimento, no fortalecimento de políticas públicas e na construção de parcerias estruturantes. Assessoria de Comunicação – MDS Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

MEC e MRE celebram 60 anos do PEC-G

Nos dias 8 e 9 de dezembro, Brasília sediará o encontro nacional de 150 coordenadores do Programa de Estudantes-Convênio de Graduação (PEC-G), para celebrar os 60 anos da iniciativa, no auditório da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). A data coincide com o momento de maior procura já registrada pelo programa, que, para a seleção de 2026, teve um crescimento das candidaturas internacionais de quase 1.200%, alcançando 3.291 estudantes de 55 nacionalidades, interessados em realizar gratuitamente a educação superior em instituições brasileiras. A programação do encontro inclui sessão solene no Palácio Itamaraty na tarde de terça-feira (9), às 16h (horário de Brasília). Criado em 1964, o PEC-G é desenvolvido pelos ministérios da Educação (MEC) e das Relações Exteriores (MRE), em parceria com a Capes e com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ao longo de seis décadas, o PEC-G se consolidou como uma das mais duradouras políticas de cooperação educacional do Sul Global. Desde então, milhares de estudantes internacionais cursaram graduação no Brasil, fortalecendo a formação de quadros estratégicos em países parceiros e ampliando a internacionalização das universidades brasileiras, inclusive em regiões do interior do país. O impacto do programa também é interno, já que as universidades brasileiras ganham diversidade acadêmica, cultural e humana ao acolher estudantes do PEC-G. A internacionalização fortalece o caráter público da educação superior brasileira e amplia a troca de saberes, transformando vidas. Em toda a sua trajetória, o programa originou o PEC-PG (pós-graduação) e o PEC-PLE (ensino de português como língua estrangeira). Diante do crescimento expressivo da demanda, o MEC e o MRE aprofundam as discussões sobre o futuro do PEC, com ênfase na qualidade da experiência estudantil e na expansão sustentável da cooperação educacional, especialmente no Sul Global. Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu) Fonte: Ministério da Educação

Ministério do Turismo recebe relatório de impacto do Fórum Brasileiro de Turismo Responsável

O Ministério do Turismo recebeu oficialmente o Relatório de Impacto do Fórum Brasileiro de Turismo Responsável, realizado nos dias 11 e 12 de setembro de 2025, em Brasília (DF), e 13 e 14 de setembro de 2025, na cidade de Cavalcante (GO). O documento foi entregue à secretária-executiva do órgão, Ana Carla Lopes, pela fundadora do Instituto Vivejar, Marianne Costa, instituição parceira da iniciativa. O material reúne os resultados e os impactos sociais do Fórum, que envolveu mais de 180 inscritos, representantes de 58 destinos turísticos de norte a sul do Brasil, além de contar com a participação internacional de dois representantes da Argentina.“Esse relatório traduz, em dados e ações concretas, o que defendemos no Ministério do Turismo: um turismo que gere desenvolvimento, mas que também seja ético, inclusivo, sustentável e comprometido com a proteção das comunidades e dos direitos humanos”, destacou Ana Carla. Para Marianne Costa, o documento representa mais do que números, sendo um instrumento de transformação real no setor. “O relatório mostra que o turismo responsável não é apenas um discurso, mas uma prática possível, diversa e inclusiva. A grande participação de mulheres, pessoas negras, indígenas, idosos e moradores de territórios periféricos comprova que estamos ampliando quem pensa, constrói e executa o turismo no Brasil”, afirmou Marianne. COMPROMISSO – Durante o Fórum em Brasília, o Ministério do Turismo marcou presença com um estande institucional e reforçou suas políticas de proteção de crianças e adolescentes e de promoção do turismo responsável. Na ocasião, o ministro do Turismo, Celso Sabino, apontou que o futuro do turismo brasileiro passa, necessariamente, pela sustentabilidade, pela valorização das comunidades e pela defesa dos direitos humanos. A Pasta também apresentou iniciativas como o Código de Conduta Brasil e o movimento “Turismo que Protege”, de enfrentamento à exploração sexual infantojuvenil, além de participar de debates sobre etnoturismo e visitação em terras indígenas. Com a entrega do relatório, o Ministério do Turismo passa a incorporar oficialmente os resultados do Fórum no diálogo institucional para o fortalecimento das políticas públicas de turismo responsável no país. ALCANCE REGIONAL – O relatório aponta que o Fórum refletiu a pluralidade do turismo brasileiro, com inscrições de todas as regiões do Brasil. A diversidade regional esteve acompanhada da variedade de perfis profissionais, formações e campos de atuação no turismo. Um dos principais destaques do documento é o recorte social do público participante: 91,16% dos inscritos pertencem a grupos minorizados, como mulheres (74%), pessoas pretas/pardas (21%), pessoas LGBTQIA+ (12%), pessoas idosas (9%), povos indígenas e residentes de áreas rurais ou periféricas (6% de cada grupo). Para garantir o acesso ao evento, 40% dos participantes eram bolsistas, com assistências integrais ou parciais destinadas a pessoas de baixa renda e a grupos prioritários. A política de inclusão também foi aplicada à curadoria do Fórum, sendo que 87,5% dos palestrantes e 50% dos fornecedores pertenciam a grupos minorizados. PRÊMIO – Fundadora do Instituto Vivejar, Marianne Costa foi uma das vencedoras do Prêmio Nacional do Turismo 2025, na categoria “Mulheres Empreendedoras no Turismo”. À frente do Instituto, Marianne atua em articulação com comunidades para enfrentar os desafios do turismo responsável. As ações do Instituto Vivejar incluem parcerias com governos, destinos, empresas, associações e os próprios turistas, além capacitar profissionais que levam o conceito de turismo responsável para seus negócios e destinos. Por Cléo Soares Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo Fonte: Ministério do Turismo

CPMI do INSS convoca dono do Banco Master e governador Zema

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) aprovou, nesta quinta-feira (4), a convocação e a quebra do sigilo telemático, bancário e fiscal do dono do Banco Master, Daniel Bueno Vorcaro. A CPMI aprovou ainda a convocação do governador de Minas Gerais (MG), Romeu Zema (Novo). Ambos entraram na […] (CPMI do INSS convoca dono do Banco Master e governador Zema)

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