Turismo comunitário valoriza sabedoria ancestral e promove bem-estar na Amazônia
No coração da COP30, em Belém, o painel “Turismo Comunitário: a sabedoria ancestral da Amazônia para produtos de wellness e bem-estar” mostrou como o turismo de base comunitária tem se tornado um agente de transformação social e ambiental. Promovido pelo Ministério do Turismo, o encontro reuniu a coordenadora de Sustentabilidade da Natura, Izabella Gomes, e o pesquisador Luiz Felipe Moura, do Museu de Ciência da Amazônia (MuCA), sob mediação da professora Kássia Suelen da Silva, da EEETEPA. Izabella abriu a conversa lembrando que o bem-estar das comunidades é o centro de toda a iniciativa. Ela contou que uma das primeiras decisões do grupo foi eliminar o consumo de bebidas alcoólicas nas operações turísticas, já que o álcool ainda é um fator de vulnerabilidade em muitos territórios e poderia gerar distorções nas referências culturais. Para ela, o turismo precisa promover saúde, não vícios, e o cuidado com as comunidades começa pela consciência dos visitantes sobre seus próprios hábitos. Ao longo dos anos, a equipe aprendeu que a Amazônia tem seu próprio tempo e que esse tempo precisa ser respeitado. O amazônida não vive pelo tempo comercial, explicou Izabella, e é comum que atividades turísticas se ajustem ao ritmo das comunidades. “Às vezes dizemos ‘vamos fazer turismo domingo’, e eles respondem ‘domingo não, é o dia do futebol da comunidade’”, relatou, lembrando que compreender e respeitar essa dinâmica é um dos maiores aprendizados do projeto. A coordenadora também falou sobre o impacto da chegada dos alimentos industrializados, que vêm mudando os hábitos alimentares locais. Com a entrada de produtos processados e enlatados, as famílias têm deixado de consumir alimentos naturais e cultivados em seus quintais. “Uma alimentação desequilibrada gera doenças, e a doença traz estresse e desequilíbrio”, observou. Por isso, os projetos da Natura buscam fortalecer a alimentação de base vegetal e local, por meio da criação de quintais agroflorestais e de práticas que garantam segurança alimentar e saúde integral. A proposta é que o que os turistas comem durante as imersões seja o mesmo que as comunidades produzem e consomem — uma experiência que une bem-estar integral e respeito ao território. A mediadora, professora Kássia Suelen, aproveitou o gancho para refletir sobre as dimensões emocionais do bem-estar. Para ela, o conceito vai além da saúde física e envolve também o equilíbrio emocional e espiritual. Ao entrar em contato com novas pessoas e dinâmicas, as comunidades passam a vivenciar situações de ansiedade e pressão que antes não faziam parte de suas rotinas. Esse processo, explicou, também exige cuidado e acompanhamento. Izabella contou que a conexão entre alimentação, mente e emoção é essencial nesse trabalho. Quando uma comunidade planta o próprio alimento e vê que aquilo sustenta sua família, ela se sente mais segura e fortalecida. A alimentação saudável, destacou, é também um cuidado com o emocional, um processo de cura que vem da floresta e se manifesta no cotidiano. A coordenadora da Natura compartilhou ainda os resultados do projeto-piloto nas comunidades Cantaly e Procam, que receberam cerca de 45 visitantes cada. Foi a primeira vez que esses territórios vivenciaram uma experiência turística dessa escala. O roteiro foi preparado com todo cuidado: uma manhã de visita guiada, um almoço comunitário e momentos de imersão com banho de igarapé e o tradicional banho de cheiro — expressão viva da cultura amazônica. Essas comunidades trabalham com essências e perfumes, e uma delas abriga a primeira microindústria de essências da Amazônia. O vídeo exibido na COP30 mostra exatamente essa força da identidade local e o protagonismo das comunidades no processo de desenvolvimento sustentável. Mais de 60% das pessoas envolvidas nas ações têm entre 18 e 30 anos, e a maioria são mulheres. Izabella explicou que essas comunidades estão próximas às zonas urbanas, o que aumenta o desafio de manter os jovens no território. O turismo, nesse contexto, surge como uma alternativa concreta de renda e pertencimento. Além de gerar oportunidades, o projeto reforça o princípio da autonomia econômica, um dos pilares do turismo de base comunitária. Cada comunidade precificou seus próprios services e recebe integralmente o valor das visitas, fortalecendo a economia local e valorizando as pessoas da floresta. Luiz Felipe Moura, do MuCA, ressaltou que o foco do museu sempre foi o bem-estar das comunidades. No início, a preocupação era garantir que as pessoas se sentissem preparadas e confortáveis com a presença dos visitantes. Ele lembrou o papel da organização parceira Viva Lá, responsável por oficinas de precificação, hospitalidade e identidade cultural, que ajudaram os moradores a se reconhecerem como parte essencial da experiência turística. Para ele, o turismo de base comunitária é sobre pertencimento e um caminho de fortalecimento e reconhecimento da identidade amazônica. No encerramento, a professora Kássia Suelen sintetizou o sentimento comum entre os participantes: o verdadeiro bem-estar da Amazônia não está apenas nos produtos ou nos destinos, mas na forma de se relacionar com a floresta. A sabedoria ancestral, afirmou, é ao mesmo tempo conhecimento, identidade e futuro. O painel foi concluído com a exibição de um vídeo sobre as experiências nas comunidades, seguido de um convite para que o público conheça mais sobre os projetos nas redes do MuCA Amazônia, Mad 4X AMZ e Natura Sustentabilidade. PROGRAMAÇÃO – O estande do Ministério do Turismo terá uma programação robusta e estratégica ao longo das duas semanas da COP30. No Auditório Carimbó, especialistas nacionais e internacionais participarão de debates de alto nível sobre turismo regenerativo, financiamento climático, justiça ambiental e a valorização de comunidades tradicionais, promovendo reflexões essenciais para o futuro do setor. Além da agenda de painéis, o MTur aproveitará o espaço para lançar produtos fundamentais voltados à adaptação climática do turismo, entre eles a Trilha Amazônia Atlântica, o Mapeamento do Turismo em Comunidades Indígenas, a série “Pelos Rios da Amazônia” e o Plano de Adaptação Climática do Turismo Brasileiro, reforçando o compromisso do Brasil com inovação e sustentabilidade. Por Cíntia Luna Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo Fonte: Ministério do Turismo
AgriZone é aberta oficialmente com destaque para inovação e sustentabilidade no campo
A AgriZone, espaço dedicado à agricultura sustentável e à inovação tecnológica na COP30, foi oficialmente aberta nesta terça-feira (11), em Belém (PA). Realizada e promovida pela Embrapa e pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a iniciativa reúne instituições públicas, pesquisadores e representantes do setor produtivo para apresentar ao mundo as soluções brasileiras que conciliam produção, conservação ambiental e segurança alimentar. O secretário de Desenvolvimento Rural do Mapa, Marcelo Fiadeiro, representou o ministro Carlos Fávaro na cerimônia de abertura, realizada no palco Agro Talks, dentro do pavilhão da AgriZone. A solenidade contou também com a presença da ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, e do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. Em seu discurso, Fiadeiro destacou o papel estratégico da agricultura brasileira no enfrentamento das mudanças climáticas e na oferta de alimentos ao mundo. “A agricultura brasileira é motivo de orgulho. Alimentamos um bilhão de pessoas e fazemos isso com ciência, tecnologia e sustentabilidade. Todos os dias, nossos pesquisadores e técnicos acordam pensando em como produzir de forma mais harmônica com a natureza. O Ministério da Agricultura e Pecuária segue lado a lado com a Embrapa nessa missão”, afirmou. A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, ressaltou o esforço coletivo dos 7.500 empregados da empresa, que representam os 43 centros de pesquisa espalhados pelo país. Segundo ela, o pavilhão instalado no coração da Amazônia simboliza o compromisso da ciência brasileira com a sustentabilidade e a segurança alimentar global. “Nada disso teria acontecido sem a força e o engajamento dos nossos pesquisadores e colaboradores. Queremos mostrar ao mundo que é possível aumentar a produtividade e, ao mesmo tempo, garantir a preservação dos recursos naturais. A pesquisa agropecuária é essencial para a produção de alimentos saudáveis e para a paz mundial”, destacou Massruhá. A AgriZone apresenta vitrines tecnológicas, experiências com sistemas agroflorestais e cultivos biofortificados, além de uma programação de painéis e lançamentos de projetos que discutem os caminhos da agricultura de baixo carbono. O espaço reforça o papel do Brasil como referência em inovação, sustentabilidade e inclusão produtiva no setor agropecuário. Informações à imprensaimprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária
Caminho Verde Brasil é destaque em fórum sobre agricultura regenerativa na COP30
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) participou nesta terça-feira (11) do Fórum Planeta Campo Especial COP30 e da 4ª Edição do Prêmio Planeta Campo, que reuniram autoridades e especialistas para debater o papel da agricultura regenerativa na segurança alimentar e na sustentabilidade global. O diretor do Departamento de Produção Sustentável e Irrigação da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Bruno Brasil, representou o Mapa no fórum, destacando a importância da recuperação de áreas degradadas e o potencial do Brasil em liderar práticas agrícolas de baixo carbono. Segundo ele, a transição para modelos de produção regenerativa passa por políticas públicas estruturantes, como o Caminho Verde Brasil, que tem a meta de recuperar 40 milhões de hectares em dez anos. “Esse programa foi construído a partir da base do Plano ABC, que, entre 2010 e 2020, já promoveu a recuperação de 26,8 milhões de hectares. Agora, o Brasil avança para uma nova etapa, com foco na integração de paisagens produtivas e regenerativas, conciliando mitigação climática e aumento de produtividade”, afirmou. Bruno Brasil também ressaltou que a agricultura regenerativa é fundamental para garantir segurança alimentar e estabilidade global. “Como destacou o embaixador Roberto Rodrigues, a agricultura regenerativa tropical tem papel decisivo na segurança alimentar mundial e, por consequência, na paz global. O Brasil tem condições de ser referência nesse modelo de produção sustentável”, destacou. O fórum ocorreu no Pavilhão CNA/Senar da AgriZone, espaço dedicado à agricultura sustentável durante a COP30, em Belém (PA). Informacoes à imprensaimprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária
MEsp apresenta nova regulamentação para gestão dos recursos de fomento ao Fórum Nacional de Secretários

Ministério do Esporte reuniu na tarde desta terça-feira (11) os secretários estaduais e do Distrito Federal de Esporte para apresentar a Resolução CPRM 2025, que atualiza os procedimentos de gestão e monitoramento dos recursos de fomento ao esporte, provenientes das loterias de prognósticos numéricos e das apostas de quota fixa. O encontro foi organizado pela Secretaria Executiva do MEsp e contou com a participação do Fórum Nacional de Secretários de Esporte. Ao todo 26 secretários estiveram presentes. O secretário executivo, Diego Galdino, detalhou o conteúdo das Portarias MESP nº 94/2025 e nº 180/2025, que estabelecem o novo marco regulatório para o uso dos recursos das loterias destinados ao fomento esportivo nos estados e no Distrito Federal. A Portaria MESP nº 94, publicada em 14 de outubro de 2025, definiu as regras gerais de aplicação e acompanhamento desses recursos e instituiu a Comissão Permanente de Regulamentação e Monitoramento (CPRM), que é um colegiado responsável por analisar, deliberar e acompanhar a execução dos planos de aplicação apresentados por cada ente federativo. Já a Portaria MESP nº 180, publicada em 4 de novembro de 2025, complementa a norma anterior ao detalhar os procedimentos e prazos que a CPRM deve observar no exercício de 2025. A portaria estabelece um fluxo mais ágil e padronizado para análise e aprovação dos planos de aplicação, o que garante maior transparência, controle e segurança jurídica na liberação dos recursos. O que muda na prática Com as novas portarias, o processo de tramitação dos planos de aplicação passa a ter etapas e prazos bem definidos. Os estados e o Distrito Federal devem apresentar dois planos independentes. O primeiro para os recursos de loterias de prognósticos numéricos e outro para apostas de quota fixa. Isso deve ocorrer por meio de formulário digital no portal do Ministério do Esporte. A Ouvidoria do Ministério faz o protocolo e a checagem da documentação, que é então encaminhada à CPRM. A comissão, então, tem até 11 dias úteis para concluir todo o processo de análise e deliberação. Após a aprovação, o MEsp comunica à Caixa Econômica Federal, agente operador das loterias, para autorizar o crédito dos valores nas contas específicas de cada Estado. Cooperação com os estados Segundo o secretário executivo do Ministério do Esporte, Diego Galdino, a atualização do marco regulatório reflete o compromisso do governo federal com a boa gestão dos recursos públicos e o fortalecimento do Sistema Nacional do Esporte. “Nosso objetivo é simplificar e dar mais transparência a todo o processo. Com prazos definidos e procedimentos claros, os estados terão mais segurança para planejar e executar suas ações, e o Ministério terá melhores condições de acompanhar e monitorar os resultados”, destacou Galdino. A reunião desta terça-feira marcou o início de uma nova fase de cooperação técnica entre o Ministério e as secretarias estaduais, com foco na execução qualificada e transparente dos recursos de fomento ao esporte em todo o país. Confira mais fotos da reunião no álbum do Flickr do Ministério do Esporte: Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte Fonte: Ministério do Esporte
AGU discute iniciativas e desafios do País para alcançar a sustentabilidade
A Advocacia-Geral da União (AGU) iniciou, nesta terça-feira (11/11), na sede do órgão em Belém (PA), um evento paralelo à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), com o objetivo de debater os desafios do país na implementação dos objetivos de desenvolvimento sustentável. Na ocasião, procuradores e especialistas apresentaram iniciativas para o fortalecimento da sustentabilidade e discutiram os principais desafios ambientais para as instituições públicas. Na abertura do evento, o advogado-geral da União substituto e secretário-geral de Consultoria, Flavio José Roman, defendeu uma postura mais proativa de toda a advocacia pública e celebrou as mudanças promovidas pela atual gestão do órgão em prol do meio ambiente. “Antes, no âmbito da questão ambiental, o que acontecia era um comportamento reativo do governo federal e de sua advocacia, em uma postura defensiva face às questões climáticas. Quando chegamos, encontramos, então, um Estado inconstitucional no meio ambiente. A gente precisou buscar uma postura mais proativa, buscar a reparação ambiental e criar uma procuradoria nacional de defesa do clima, que articulasse as ações”, destacou Roman. Roman também ressaltou a recriação do Fundo Amazônia, e a instituição, em 2023, do grupo estratégico AGU-Recupera, que tem como função adotar medidas jurídicas de proteção dos biomas e do patrimônio cultural brasileiros, entre outras iniciativas do Governo Federal. O advogado-geral da União substituto também defendeu que o poder de compra do Estado seja direcionado, de forma inovadora, para produtores locais e pequenos negócios, com prioridade para a agricultura familiar e com foco na chamada “bio-sócio-economia”, unindo os três eixos para a sustentabilidade. “Se a gente quer enfrentar os desafios do novo modelo econômico, das dificuldades que temos hoje, de uma sociedade complexa, de mudanças climáticas e desafios novos, não dá para fazer sempre o mesmo e esperar resultados diferentes”, pontuou. Desafios No mesmo painel, mediado pela chefe de gabinete da AGU, Leila Morais, mestre e doutoranda em desenvolvimento sustentável, a procuradora-chefe da Procuradoria Nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente (Pronaclima), Teresa Villac, afirmou que um dos principais desafios para a sustentabilidade é o diálogo do direito e da governança pública com o meio ambiente. “É um grande desafio a construção desse modelo de governança com o direito ambiental e as mudanças climáticas, para que esses temas sejam incluídos em diversas políticas públicas. Como a gente consegue levá-los para os colegas que não atuam com esses temas? O direito precisa conversar com as outras ciências”. O advogado da União e coordenador de parcerias da presidência da COP30, Mauro O’Almeida, destacou a importância da AGU para a contenção de mudanças climáticas e defendeu que todos que trabalham com o Direito devem estudar esse assunto de forma aprofundada, se especializar no tema e buscar experiências com a gestão de projetos e de pessoas. “Não temos mais tempo de ficar pensando no que vai acontecer, porque já aconteceu. A hora é agora. Temos que ter uma formação continuada sobretudo da área ambiental, em todas áreas, para termos uma visão macro do país”, argumentou. Já a presidente da Comissão Especial do Clima da Ordem dos Advogados de São Paulo (OAB/SP), Rosa Ramos, comemorou a criação da comissão voltada para o meio ambiente, e revelou que o grupo ainda pretende construir 20 usinas fotovoltaicas, como parte de sua transição energética. “Essa é uma das nossas iniciativas. Internamente, estamos produzindo um material relevante, que vai trazer um diagnóstico em relação à justiça climática, com todas as ações climáticas do país, para que possamos colocar isso como um link de pesquisa para toda a advocacia do Brasil”, afirmou. Após as discussões do eixo sustentabilidade, as autoridades participaram do lançamento do livro “Ações Estruturais Ambientais e Climáticas”, organizado pela procuradora federal junto ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) Mariana Cirne e pela advogada da União Andréa Dantas, com prefácio assinado pelo ministro Jorge Messias. As atividades da AGU na COP30 continuam até o dia 13/11, em Belém, com uma extensa programação. Assessoria Especial de Comunicação Social da AGU Fonte: Advocacia-Geral da União
Enem 2025 é alternativa para concluir o ensino médio
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) voltou a ser uma alternativa para quem não concluiu a educação básica em idade regular. Opção escolhida por 98.558 inscritos em 2025, nessa modalidade o participante deverá atingir o mínimo de 450 pontos em cada área de conhecimento, 500 pontos na redação e, posteriormente, solicitar o Certificado de Conclusão do Ensino Médio ou a Declaração Parcial de Proficiência. A iniciativa é do Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). A primeira prova do Enem 2025 foi aplicada no domingo, 9 de novembro, quando os participantes resolveram questões de linguagens e ciências humanas, além da redação com o tema “Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira”. Já o segundo dia de provas está marcado para o próximo domingo, 16 de novembro, nas 27 Unidades da Federação, com questões de ciências da natureza e matemática. Reaplicação – Inscritos afetados por desastres naturais terão a reaplicação do exame garantida nos dias 16 e 17 de dezembro. O prazo para solicitar a reaplicação, por meio da Página do Participante, vai do dia 17 de novembro até às 12h do dia 21 de novembro (horário de Brasília). O recurso atende às pessoas que faltaram por problemas logísticos ou doenças infectocontagiosas, como prevê o edital. Vale ressaltar que o inscrito só poderá fazer a prova referente ao dia em que a participação foi inviabilizada. Cartão de Confirmação – Dados como número de inscrição, local de prova e direito a atendimento especializado ou ao uso do nome social, quando for o caso, podem ser conferidos no Cartão de Confirmação de Inscrição, também disponível na Página do Participante. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda levar o cartão impresso no dia do exame. Em Belém, Ananindeua e Marituba (PA), o Enem 2025 será aplicado nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro. Nessas cidades, o Cartão de Confirmação de Inscrição será disponibilizado posteriormente na Página do Participante. As novas datas foram definidas em virtude da realização da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que acontecerá em Belém no período da aplicação regular do exame. Leia mais: Enem 2025: confira o passo a passo para visualizar o local de prova Enem – O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Leia mais: Do Enem à educação superior: conheça os cinco caminhos possíveis Instituições de ensino públicas e privadas também utilizam o Enem para selecionar estudantes como critério único ou complementar aos processos seletivos. Os resultados individuais do Enem podem ainda ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Inep Fonte: Ministério da Educação
ABCD realiza o 41º Curso de Atualização para Agentes de Controle de Dopagem (OCD/OCS)
A Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) realizou, nesta terça-feira, 11/11, o 41º Curso de Atualização e Capacitação Continuada para Agentes de Controle de Dopagem (OCD/OCS). A atividade integra o programa de revalidação da certificação dos profissionais e tem por objetivo garantir a atualização técnica, a padronização de procedimentos e a excelência operacional dos agentes que atuam diretamente nas coletas de amostras antidopagem em todo o território nacional. Adriana Taboza, presidente da ABCD, destacou a importância da capacitação contínua como elemento essencial para a credibilidade e a qualidade do sistema antidopagem brasileiro. A Coordenadora-Geral de Educação, Ana Paula Bonetti, apresentou os palestrantes e ressaltou o compromisso da ABCD em promover espaços permanentes de aperfeiçoamento e diálogo técnico. A programação teve início com a palestra “Fatores Humanos em Ambientes de Alta Confiabilidade: o que a aviação pode ensinar à antidopagem?”, ministrada por Cláudia Paulich Loterio, Oficial de Controle de Dopagem, pesquisadora em fatores humanos e professora da UNISUAM. A apresentação trouxe reflexões sobre consciência situacional, gestão de riscos e tomada de decisão em contextos complexos, relacionando lições da aviação civil às práticas do controle de dopagem. Procedimentos nas Missões: desafios e boas práticas O primeiro bloco do curso abordou as normas do Padrão Internacional para Testes e Investigações (ISTI) da Agência Mundial Antidopagem (WADA) e as instruções operacionais da ABCD, com foco na prevenção de não conformidades e no compartilhamento de boas práticas observadas em campo e foi conduzido por Maria Fernanda Frias, Coordenadora de Testes e Investigações da ABCD e Oficial de Controle de Dopagem. Questões Administrativas e Gestão da Qualidade Já na segunda etapa do curso, Anthony Moreira, Coordenador-Geral de Operações da ABCD, tratou dos aspectos administrativos e dos critérios internos de gestão, reforçando o compromisso da ABCD com a transparência, a eficiência e a melhoria contínua dos processos. A jornada foi concluída com uma sessão de perguntas e respostas entre participantes e palestrantes. O evento foi encerrado pela Presidente da ABCD, que reforçou a importância da participação ativa dos oficiais na consolidação de uma cultura organizacional voltada à qualidade, à integridade e à confiabilidade das ações antidopagem. Assessoria de Comunicação – Ministério do Esporte Fonte: Ministério do Esporte
Em Naviraí, Lia Nogueira celebra 62 anos do município e destaca avanços na saúde pública
A deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) participou, nesta segunda-feira (10), do encerramento da Exponavi 2025, em Naviraí, evento que também marcou as comemorações pelos 62 anos do município. A feira é uma das principais vitrines do agronegócio e do empreendedorismo do sul de Mato Grosso do Sul, reunindo produtores, empresários e lideranças políticas de diversas regiões. Com pouco mais de 50 mil habitantes, Naviraí tem sua economia baseada no agronegócio e no comércio local, com destaque para a produção de soja, milho e cana-de-açúcar, que impulsionam o desenvolvimento e geram centenas de empregos diretos e indiretos. Durante a visita, a deputada ressaltou o papel de Naviraí como exemplo de cidade que cresce com trabalho e planejamento, reforçando a importância de parcerias entre o poder público e o setor produtivo para ampliar investimentos em infraestrutura, saúde e educação. “Naviraí cresce com o esforço de pessoas comprometidas com o futuro da região. Celebrar seus 62 anos é reconhecer o trabalho de quem acredita no desenvolvimento e faz da cidade um ponto de referência para o sul do Estado”, afirmou. Nos últimos dois anos, Lia destinou R$160 mil em emendas parlamentares para fortalecer a saúde do município, sendo R$50 mil em 2024 e R$110 mil em 2025, voltados à aquisição de equipamentos e melhorias estruturais no Hospital Municipal e nas unidades de saúde. Os investimentos reforçam o compromisso da deputada em apoiar ações que aprimoram o atendimento à população e garantem melhores condições de trabalho aos profissionais da área.
Ponta Porã é destaque nacional em estudo sobre saúde pública
Ponta Porã se destacou no Ranking de Competitividade dos Estados e Municípios 2025, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), figurando entre as cidades com melhor desempenho em saúde pública. De acordo com o levantamento, o município aparece em 1º lugar em cobertura vacinal em Mato Grosso do Sul e na 4ª colocação em acesso à saúde pública entre todos os municípios da região Centro-Oeste. O estudo do CLP avaliou 418 municípios brasileiros, dos quais 31 pertencem à região Centro-Oeste, abrangendo os estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Goiás. A pesquisa considerou apenas cidades com população superior a 80 mil habitantes, conforme dados do IBGE de 2024. Um dos pilares analisados foi o setor de saúde pública, mensurando a qualidade do atendimento, a oferta e demanda de serviços, além da satisfação da população. O levantamento apontou que os municípios com melhores indicadores de saúde apresentam maior longevidade e produtividade, refletindo diretamente na competitividade local. Em Ponta Porã, os números comprovam o avanço das políticas públicas na área da saúde. O município alcançou o 4º melhor índice de acesso à saúde pública do Centro-Oeste e se destacou como líder absoluto em cobertura vacinal em todo o Mato Grosso do Sul, resultado do trabalho contínuo de prevenção e atenção básica desenvolvido pela rede municipal. Para o prefeito Eduardo Campos, o resultado é reflexo de uma gestão comprometida com o bem-estar da população. “Esse reconhecimento mostra que o trabalho sério e planejado na saúde pública traz resultados concretos. Investimos em estrutura, em profissionais e em campanhas de prevenção para garantir que a população tenha atendimento digno e acesso facilitado aos serviços. Ponta Porã hoje é referência no Estado e na região, e isso nos enche de orgulho”, destacou o prefeito. O secretário municipal de Saúde, Daniel Kayatt, ressaltou que os números reforçam o compromisso da equipe com a qualidade dos serviços e o fortalecimento da atenção básica. “Temos trabalhado de forma integrada com todas as unidades de saúde, ampliando o acesso da população aos atendimentos e intensificando as ações de vacinação. Esses indicadores demonstram que estamos no caminho certo, com resultados que impactam diretamente na vida das pessoas”, afirmou.
Atentado a tiros deixa uma pessoa gravemente ferida em Ponta Porã

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Uma pessoa que ainda não teve o nome revelado foi ferida a tiros nesta segunda-feira (10), em um estabelecimento comercial no Grande Marambaia em Ponta Porã. Atingido com pelo menos dois disparos a vítima está internada em estado grave no Hospital Regional. Familiares usaram as redes sociais para solicitar doação de sangue e que o […] (Atentado a tiros deixa uma pessoa gravemente ferida em Ponta Porã)