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Conheça os projetos apresentados por escolas na EduCOP30

“Cuidar do Pantanal é cuidar da nossa própria estrada. E tudo começa com pequenos gestos na escola.” A declaração feita por estudantes da Escola Estadual Domingos Briante, de Mato Grosso, reflete o sentido da EduCOP30. O evento, realizado no dia 4 de novembro e transmitido ao vivo pelo canal do Ministério da Educação (MEC) no YouTube, reuniu jovens de diferentes regiões do país em torno de um mesmo propósito – apresentar projetos de educação ambiental e refletir sobre o papel das escolas na construção de um futuro sustentável. A iniciativa contou com a participação do ministro Camilo Santana e da secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt.  A EduCOP foi uma das ações preparatórias da pasta para a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que ocorrerá de 10 a 21 de novembro, em Belém (PA). Durante a transmissão, estudantes e professores apresentaram projetos inspirados nos biomas brasileiros, destacando práticas pedagógicas que unem conhecimento científico, cultura local e compromisso com o meio ambiente.  O evento realizado no âmbito escolar integra o conjunto de iniciativas do MEC voltadas à educação climática e à sustentabilidade. O objetivo consiste em mobilizar redes de ensino de todo o país para a formação de cidadãos conscientes e engajados com o planeta.  Confira os projetos apresentados:  Amazônia – Estudantes da Escola Maria Ivone de Menezes, em Macapá (AP), desenvolveram o projeto Ecoarte da Cidadania, que uniu arte, ciência e educação ambiental. A iniciativa utilizou a fotografia como linguagem para registrar os problemas ambientais do bairro Cidade Nova, como o descarte inadequado de lixo e o esgoto a céu aberto. As imagens foram impressas em folhas de plantas da região, utilizando materiais naturais como madeira e vidro, além da exposição à luz solar.  Cerrado – A Escola Municipal Raymundo Gravito, em Sete Lagoas (MG), apresentou um projeto com foco nas nascentes e na biodiversidade do bioma. Os estudantes realizaram pesquisas e ações sobre a importância da vegetação e das águas do espaço geográfico que abriga nascentes de rios como o São Francisco. O trabalho envolveu também a comunidade local, com relatos de moradores sobre a necessidade de cuidar, zelar e orientar turistas quanto à preservação da natureza e a importância de não retirar recursos naturais do ambiente.  Pantanal – Em São José do Rio Claro (MT), a Escola Estadual Domingos Briante apresentou um projeto que combinou metodologias de educação híbrida para aproximar estudantes das zonas urbana e rural. A proposta envolveu aulas sobre a fauna, a flora e os impactos ambientais provocados por queimadas, desmatamento e garimpo ilegal. O estudo do ecossistema permitiu o desenvolvimento de estratégias interativas e colaborativas, favorecendo a aprendizagem e a formação da consciência ambiental.   Pampa – No Rio Grande do Sul, a Escola Estadual Osvaldo Aranha apresentou o projeto Árvores de Consciência, inspirado na trajetória da ativista queniana Wangari Maathai, criadora do movimento Cinturão Verde e vencedora do Prêmio Nobel da Paz. A atividade começou com a contextualização da história de Wangari e, em seguida, os alunos realizaram coletas de galhos secos e resíduos no ambiente escolar. O material foi utilizado na criação de esculturas em formato de árvores, representando a importância da preservação ambiental.  Caatinga – Já no Rio Grande do Norte, alunos da Escola Estadual Doutor Edino Jales, em Patu, desenvolveram o projeto Serra do Lima Sustentável. O trabalho destacou as características únicas da vegetação do semiárido e as adaptações das plantas para resistir à seca, como espinhos, caules suculentos e folhas caducas. O projeto reforçou a mensagem de que preservar a Caatinga é cuidar do futuro e da identidade do povo nordestino.  Mata Atlântica – De União dos Palmares (AL), estudantes da Escola Municipal Dr. Antônio Gomes de Barros apresentaram o projeto Árvore da Vida. A proposta envolveu a construção de uma árvore simbólica dividida em raízes, tronco e galhos — representando, respectivamente, o equilíbrio ambiental, as ações inspiradoras e os compromissos individuais de preservação.  MEC rumo à COP30 – Em novembro de 2025, o Brasil sediará a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em Belém (PA), no coração da Amazônia. Na conferência, o Ministério da Educação participa ativamente da Agenda de Ação da COP30, que reúne 30 objetivos-chave voltados à transformação de compromissos em resultados concretos. A pasta atua no 18º objetivo, que contempla os temas “Educação, capacitação e geração de empregos para enfrentar a mudança do clima”.  Assessoria de Comunicação Social do MEC  Fonte: Ministério da Educação

Seminário internacional debate desafios da educação básica

O Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), promove entre 10 e 11 de novembro o Seminário Internacional Desafios para Avaliação de Políticas na Educação Básica. A abertura do evento foi transmitida ao vivo no canal do MEC no YouTube nesta segunda-feira (10).  O evento busca discutir temas importantes da educação básica, tais como: evasão escolar, conectividade na educação e o papel do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) como instrumento de financiamento equitativo e de promoção da qualidade na educação básica pública.   Ao abrir o evento, a secretária de Educação Básica do MEC, Kátia Schweickardt, afirmou que o MEC vem dando passos consistentes nos últimos anos para a superação dos desafios dessa etapa de ensino, por meio de programas como Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, Escola em Tempo Integral e Pé-de-Meia. “Não tem como a gente fazer um projeto de nação que promova a qualidade da educação se a gente não enfrentar nossas grandes mazelas, e elas são da ordem da desigualdade social, racial e regional”, defendeu.  O seminário teve continuação com a conferência magna proferida pelo professor da Universidade Stanford, Martin Carnoy, intitulada “A economia política da educação”. Na terça-feira, 11 de novembro, a programação segue com três mesas: “Desafios e inovações na educação da primeira infância – construindo bases sólidas para o desenvolvimento integral”; “Evasão escolar e programas de permanência”; e “Conectividade, plataformas de aprendizado e inovação na sala de aula”.   Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica (SEB)   Fonte: Ministério da Educação

Periferia Viva é reconhecido pelo WRI como referência internacional em governança climática

Belém (PA) – O programa Periferia Viva acaba de ganhar uma Expert Note, ou seja, se tornou referência internacional para os países do sul global como exemplo de governança climática e integração vertical. “O Brasil está um passo à frente. Temos muito orgulho de apoiar o Periferia Viva, um programa inovador na governança multinível, à medida que ele envolve desde o governo até comunidades locais”, disse o diretor do programa de Cidades do WRI, Luis Antonio Lindau. O parecer técnico foi dado pelo WRI (World Resources Institute), instituto de pesquisa global que atua em países da África, Ásia, Europa, América Latina e América do Norte e anunciado nesta segunda-feira (10), durante o painel Periferias e Justiça Climática: desafios e Inovações, na COP30. O programa foi lançado em 2024 pela Secretaria Nacional de Periferias, do Ministério das Cidades. O objetivo é integrar políticas públicas multinível para as periferias, o que incluí prevenção a desastres, planos para adaptação climática, obras de urbanização e regularização fundiária. Estas ações visam a melhoria da qualidade de vida de quase 16 milhões de brasileiros. São pessoas que vivem nas 12.348 comunidades urbanas espalhadas pelo país. Os dados são do IBGE, e representam 8% da população total do Brasil. Painel A Secretaria Nacional de Periferias comandou, o painel Periferias e Justiça Climática: desafios e Inovações. Sob moderação do secretário Nacional de Periferias, Guilherme Simões, a mesa redonda reuniu o ministro Jader Filho, Festus K. Ng’enoe, da Secretaria do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas e parceiros do programa, ONU, WRI (World Resources Institute) e Sebrae, na discussão sobre os desafios emergentes e as inovações em políticas para a resiliência, adaptação e justiça climática em territórios periféricos e comunidades urbanas. “Quando a gente fala de emergência climática os efeitos são mais fortes para quem vive nas comunidades urbanas e, assim, temos o programa Periferia Viva, que ancora essas políticas com a lente climática com a estratégia Periferia sem Risco. Um pacote de ações para construir uma rede de políticas voltadas para a adaptação climática”, pontuou o secretário Guilherme Simões O ministro das Cidades, Jader Filho, destacou que a proteção às pessoas em áreas de risco é a prioridade e, por isso, além do Ministério existe a Secretaria de Periferias. “Quem primeiro sofre com esses eventos climáticos extremos são as pessoas mais pobres e o Brasil precisa protegê-los. Que nós possamos, a partir daqui, da COP na minha Belém, que estados municípios e iniciativas privadas possam disponibilizar recursos, não só dependendo do governo, para que possamos investir mais em prevenção e preparar nossas periferias”, disse. SBN nas periferias Durante a mesa, também houve a assinatura dos termos de fomento do Edital Periferias Verdes Resilientes, estratégia da Secretaria de Periferias para a implantação de projetos de Soluções Baseadas na Natureza nas comunidades. Ao lado do ministro, o secretário Guilherme Simões assinou o termo da iniciativa selecionada no rio de Janeiro, Redes da Maré, que vai formar 10 Agentes Climáticos, jovens da favela de 18 a 29 anos, para atuarem como mobilizadores e multiplicadores socioambientais. O projeto, com subsídio de R$ 2,48 milhões, pretende reduzir os riscos de alagamentos e de altas temperaturas no Conjunto de Favelas, que reúne 15 territórios e cerca de 125 mil moradores. O outro termo assinado foi do projeto vencedor na Paraíba, do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-PB), que terá recursos de R$ 2,5 milhões, para transformação das Comunidade do “S”, no Porto do Capim em João Pessoa. Será realizado planejamento participativo com mobilização comunitária e elaboração de um diagnóstico integrado do território. A proposta é implementar um arranjo de SBN, que incluirá jardins de chuva, canteiros drenantes, barreiras vegetais e biovaletas, além de áreas de sombreamento e hortas comunitárias. A estratégia para a mão de obra combina a contratação de profissionais para funções técnicas específicas com a organização de mutirões comunitários. Confira AQUI a Expert Note na íntegra. Acesse a Central de Conteúdos do Ministério das Cidades Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das CidadesAtendimento à ImprensaTelefone: (61) 2034-4282E-mail: imprensa@cidades.gov.br   Fonte: Ministério das Cidades

Brasil apresenta modelo sustentável que une produção de alimentos e energia limpa

A integração entre segurança alimentar e segurança energética foi o foco do painel “Cultivando o Futuro: Segurança Alimentar e Energética Caminhando Juntas”, realizado nesta segunda-feira (10) na AgriZone, espaço da Embrapa em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), durante a COP30, em Belém (PA). A coordenadora-geral de Sustentabilidade e Regulação da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Mapa (SCRI), Andrea Moura, representou o Ministério no debate e destacou o papel do Brasil como referência mundial em produção sustentável. Durante o painel, Andrea explicou que a produção de alimentos e a de biocombustíveis no Brasil não competem entre si, resultado da capacidade do país de integrar diferentes cadeias produtivas de forma eficiente. Ela afirmou que é possível produzir grãos destinados à alimentação e matérias-primas para biocombustíveis sem comprometer a oferta de alimentos. Em muitos casos, as duas atividades se complementam, como ocorre quando a segunda safra de milho é cultivada após a soja, prática que contribui para a saúde do solo e aumenta a produtividade. A coordenadora também destacou que os biocombustíveis têm papel essencial na transição energética global, pois são produzidos a partir de fontes renováveis, como milho, cana-de-açúcar e oleaginosas. Esses produtos permitem substituir gradualmente os combustíveis fósseis e impulsionar uma matriz energética mais limpa. Segundo ela, o Brasil tem grande potencial para ampliar essa produção, especialmente em setores estratégicos, como a aviação civil e o transporte marítimo. Andrea ressaltou que o modelo agrícola brasileiro é um exemplo de como é possível conciliar segurança alimentar, sustentabilidade e inovação. Ela afirmou que o Brasil é parte da solução, pois o agro nacional contribui para alimentar o mundo e, ao mesmo tempo, gerar energia limpa de forma responsável e sustentável. A atividade integrou a programação oficial da AgriZone, espaço do Mapa e da Embrapa que apresenta soluções inovadoras da agropecuária brasileira durante a COP30 e promove o diálogo entre governos, produtores, pesquisadores e organizações internacionais sobre os desafios e oportunidades do setor. Informações à imprensaimprensa@agro.gov.br Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

ACNUR adere à Aliança Global contra a Fome e a Pobreza durante a COP30

A Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) aderiu oficialmente, nesta segunda-feira (10.11), à Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, durante programação da COP30. A iniciativa reúne governos, organismos internacionais e a sociedade civil em torno de ações coordenadas para garantir alimentação adequada, proteção social e dignidade a populações vulneráveis. Ao celebrar a adesão, o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, destacou o papel histórico da agência na proteção e integração de pessoas refugiadas e o fortalecimento da cooperação internacional. “É uma honra reforçar a parceria entre o governo brasileiro e o ACNUR. O presidente Lula mantém o compromisso do Brasil com a solidariedade internacional, a proteção de pessoas refugiadas e a integração socioeconômica digna, sem discriminação. Temos fortalecido o Sistema Único de Assistência Social (SUAS) nos territórios de maior pressão migratória e ampliado ações de acolhimento, documentação, abrigamento e inclusão. Agora, queremos avançar em emprego, formação profissional e acesso à alimentação adequada. A dignidade se constrói sem fome e sem pobreza”, afirmou Dias. Na oportunidade, o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), Filippo Grandi, ressaltou que a adesão da agência à Aliança reflete o compromisso de garantir que pessoas deslocadas por conflitos, desastres e mudanças climáticas não sejam deixadas para trás. Ele destacou que a experiência acumulada na resposta humanitária e no apoio à integração socioeconômica de pessoas refugiadas pode contribuir de forma significativa para o avanço das ações da Aliança, fortalecendo estratégias para assegurar o direito à alimentação e à proteção social em contextos de crise. Com a adesão, o ACNUR passa a integrar os esforços para enfrentar o avanço da fome, dos deslocamentos forçados e da intensificação de eventos climáticos extremos. A entrada da agência sublinha o entendimento de que justiça climática e direito à alimentação devem incluir refugiados, migrantes e deslocados internos, garantindo proteção, autonomia e meios de vida sustentáveis. Hoje, cerca de 120 milhões de pessoas estão deslocadas de forma forçada no mundo. Entre elas, uma em cada três pessoas refugiadas vive em situação de insegurança alimentar aguda, segundo estimativas recentes do ACNUR.  Aliança Global A Aliança Global contra a Fome e a Pobreza é uma iniciativa internacional voltada a acelerar o cumprimento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 1 (Erradicação da Pobreza) e 2 (Fome Zero). A proposta busca impulsionar a ação coletiva e contínua entre países, organismos multilaterais, sociedade civil e setor privado, criando sinergias com políticas e iniciativas já em curso para combater a fome e a pobreza em escala global. Seu propósito é facilitar a mobilização e o alinhamento de apoio técnico e financeiro para ampliar programas e políticas baseadas em evidências, lideradas pelos próprios países e centradas na proteção das populações mais vulneráveis. A Aliança enfatiza o fortalecimento de redes de proteção social, a promoção da agricultura familiar, a segurança alimentar e estratégias de adaptação climática. Lançada em 2024, durante a presidência brasileira do G20, a Aliança está aberta à adesão de países e organizações internacionais comprometidos em expandir soluções concretas, inovadoras e sustentáveis, garantindo que o enfrentamento à fome e à pobreza seja parte central da agenda de desenvolvimento global. Assessoria de Comunicação – MDS Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

Renan Filho defende liderança do Brasil na agenda global de combustíveis sustentáveis na abertura da COP30

O ministro dos Transportes, Renan Filho, destacou que o Brasil deve influenciar outros países na transição para combustíveis menos poluentes em atividades ligadas à infraestrutura. A declaração foi feita nesta segunda-feira (10), em Belém (PA), durante a abertura oficial da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30). Segundo ele, ainda há pouca adesão mundial a compromissos efetivos com a real descarbonização dos modais logísticos. “A transição energética é trabalhosa e faz com que muitos países grandes relutem em implementar essa agenda. O Brasil já vem fazendo isso ao longo do tempo, o que coloca o país na vanguarda para seguir pilotando e cobrando que o mundo tome providências semelhantes”, afirmou Renan Filho. “No Ministério dos Transportes, transformamos compromissos ambientais em ações efetivas, com obras, investimentos e políticas públicas que mudam a realidade”, completou. Brasil que inspira Um dos marcos recentes alcançados pelo Governo Federal foi a modernização das normas técnicas de regulamentação do setor, com as Resoluções nº 1.005 e nº 1.015 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Desde o ano passado, essas normas viabilizam o uso industrial de veículos com propulsão alternativa, como gás natural liquefeito (GNL), biometano, hidrogênio e eletricidade. Com a implementação das medidas, em apenas um ano, o número de caminhões pesados a gás licenciados já equivale a 70% do volume registrado nos cinco anos anteriores. “O nosso país é um dos poucos do mundo que mistura biocombustíveis à gasolina e ao diesel, em grandes proporções. Estamos chegando a quase 30% de biocombustível na gasolina, o que significa menos emissão de gases que afetam o meio ambiente”, explicou o ministro. Nos próximos dias, Renan Filho se reunirá com delegações estrangeiras para apresentar os resultados nacionais e incentivar que mais países adotem biocombustíveis em suas matrizes energéticas rodoviárias. A meta é reduzir emissões de carbono, promover o desenvolvimento sustentável e, ao mesmo tempo, fortalecer o setor produtivo nacional, especialmente o agronegócio, com potencial de ampliar exportações. Construindo o futuro Nos últimos três anos, sob a gestão de Renan Filho, o Ministério dos Transportes retomou e acelerou mais de 1.100 obras públicas, além de realizar 20 novos leilões de concessão, somando mais de R$ 40 bilhões em investimentos. Pela primeira vez na história, a infraestrutura rodoviária federal passou a contar com metas explícitas de sustentabilidade, que determinam, por exemplo, a aplicação mínima de 2,5% do modelo econômico-financeiro dos contratos com a iniciativa privada em ações ambientais e de resiliência climática. “Esse governo já assegurou US$ 2,6 bilhões, com previsão de chegar a US$ 4 bilhões até 2026, em recursos destinados a obras de adaptação, transição energética e proteção de ativos estratégicos diante de eventos climáticos extremos”, afirmou o ministro. Próximos capítulos Durante a COP30, o Ministério dos Transportes terá presença ativa na programação da maior cúpula climática do planeta, com inaugurações de pavilhões, workshops sobre descarbonização de rodovias e ferrovias, e o lançamento de iniciativas inovadoras, como a Aliança pelo Transporte Sustentável na Amazônia e o projeto E-Dutra. Assessoria Especial de ComunicaçãoMinistério dos Transportes Fonte: Ministério dos Transportes

Academia de Cuidados capacitará primeira turma de gestores

Brasília recebe a Academia de Cuidados, entre esta terça-feira (11.11) e a quinta-feira (13.11), reunindo gestores públicos, especialistas e representantes da sociedade civil para trocar experiências e qualificar a gestão local na área do cuidado. Parte do Plano Nacional de Cuidados, o evento representa o marco técnico da primeira etapa da territorialização da Política Nacional de Cuidados, preparando quem estará na ponta da implementação e fornecendo subsídios inéditos para embasar as próximas etapas. Segundo a secretária nacional de Cuidados e Família do Ministério do do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Laís Abramo, essas iniciativas alinham o país ao esforço regional e global de valorização do cuidado como dimensão estratégica para o desenvolvimento sustentável, a igualdade de gênero e a justiça social. “O cuidado não remunerado, realizado majoritariamente por mulheres, é uma força produtiva gigantesca, que, se contabilizada, quase dobraria o nosso Produto Interno Bruto. Esse dado chama o cuidado, que é invisível, para o centro da nossa agenda”, salientou. Para o diretor do escritório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) para o Brasil, Vinícius Pinheiro, é importante reconhecer e apoiar o papel essencial dos cuidados na sociedade. Segundo Pinheiro, o Brasil pode promover um modelo de desenvolvimento mais igualitário, sustentável e baseado no bem-estar humano, ao centrá-lo no cuidados. “A ampliação das políticas de cuidados tem o potencial de impulsionar o crescimento inclusivo, gerar emprego, reduzir desigualdades de gênero e fortalecer as bases sociais e econômicas do país.” Estudos recentes da OIT demonstram, por exemplo, que o investimento de 1,23% do PIB em cuidados e educação na primeira infância gera mais de 2,7 milhões de empregos (com efeitos induzidos), dos quais cerca de 1,4 milhão são diretos. “Também se discute a ampliação da licença-paternidade como uma medida de baixo investimento e elevado impacto para promover a corresponsabilização nos cuidados e a igualdade de gênero”, prosseguiu Pinheiro. Academia A Academia dos Cuidados funcionará como um espaço de formação intensiva sobre políticas, planos e iniciativas de cuidado. O público-alvo inclui gestoras e gestores de diferentes níveis de governo, especialmente estaduais e municipais, além de representantes de trabalhadores, empregadores e instituições que desenvolvem boas práticas de cuidado – inclusive experiências latino-americanas reconhecidas. As atividades abordarão iniciativas já em curso no Brasil e na América Latina, como as lavanderias públicas, cuidotecas e qualificação profissional para trabalhadoras do cuidado. Na programação consta também a apresentação do diagnóstico da Organização Social dos Cuidados no Brasil e o treinamento para uso do painel interativo DataCuidados, abordando a importância do diagnóstico como etapa fundamental para o planejamento e a implementação de políticas eficazes. O objetivo é inspirar os gestores a refletir sobre a importância dessas atividades e identificar serviços, programas e políticas que possam ser implementados para uma organização social do cuidado mais justa e sustentável em seus territórios. O evento é resultado da parceria estratégica entre a Secretaria Nacional da Política de Cuidados e Família do MDS, a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), a OIT, por meio do Centro Interamericano para o Desenvolvimento do Conhecimento em Formação Profissional (Cinterfor/OIT). O evento conta, ainda, com o apoio do Instituto Social do Mercosul e da Agência Brasileira de Cooperação (ABC). A Política Nacional de Cuidados foi instituída pela Lei 15.069 em dezembro de 2024 e o Plano Nacional de Cuidados foi regulamentado em julho de 2025, por meio do Decreto Presidencial nº 12.562.  Assessoria de Comunicação – MDS Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome

‘Espiadinha Globoplay’ traz dose dupla de lançamentos nesta quarta-feira: ‘Confira’

A “Espiadinha Globoplay” desta quarta-feira (13), chega em dose dupla e promete agitar a programação da Globo. A emissora exibe dois lançamentos exclusivos da plataforma: a série “Vermelho Sangue” e o reality “Poderosas do Cerrado”, que mergulham em universos completamente diferentes, mas igualmente envolventes. Abrindo a noite, o público confere o primeiro episódio de “Vermelho Sangue”, produção nacional que mistura suspense, fantasia e romance em uma trama de mistérios e paixões intensas. Em seguida, a “Espiadinha” apresenta “Poderosas do Cerrado”, reality que revela o estilo de vida luxuoso de mulheres influentes da elite de Goiânia. A atração promete mostrar que o luxo sertanejo vai muito além da vida no campo, com bastidores de negócios, festas e rivalidades. Os dois títulos poderão ser vistos em prévia especial logo após a exibição de “Três Graças”, na Globo. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por TV Globo (@tvglobo) Fonte: TOP FAMOSOS

MEC repassa R$ 31,2 milhões para transporte aquaviário

O Ministério da Educação (MEC), por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), concluiu o pagamento do adicional de 50%, em relação aos recursos destinados ao transporte escolar, para veículos aquaviários. A parcela de 2025 do adicional, paga em novembro, transferiu R$ 31,2 milhões para 421 municípios e estados, beneficiando 291,4 mil estudantes da educação básica pública que utilizam embarcações como principal meio de deslocamento para a escola, especialmente em estados da Região Norte.   Os pagamentos foram processados com base no número de alunos registrado no Censo Escolar, levantamento realizado anualmente pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), conforme previsto na Resolução nº 27/2024. O montante deve ser usado para custear despesas com manutenção, combustíveis, seguros e outros custos operacionais de veículos ou embarcações.  O apoio financeiro faz parte do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (Pnate), que assegura assistência técnica e financeira para a manutenção do transporte de estudantes residentes em áreas rurais. O transporte escolar aquaviário enfrenta desafios adicionais, como o alto custo de manutenção das embarcações, a precariedade das vias aquáticas e a sazonalidade das condições climáticas.  Em estados como Pará e Amazonas, onde a rede de transporte escolar aquaviário é uma das mais extensas do país, o aumento dos repasses de recursos é fundamental para garantir a continuidade do atendimento e a melhoria da qualidade do serviço. Ao considerar as especificidades das regiões ribeirinhas, o MEC reafirma seu compromisso com a inclusão educacional e a redução das desigualdades territoriais, garantindo o direito à educação em todos os territórios.  Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do FNDE  Fonte: Ministério da Educação

Mais de 1,5 tonelada de maconha enviada de Dourados é apreendida em Presidente Prudente

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Uma operação integrada entre forças de segurança resultou na apreensão de mais de 1,5 tonelada de maconha neste domingo (9), na Rodovia Raposo Tavares, em Presidente Prudente (SP). A droga estava oculta em meio a uma carga lícita transportada por uma carreta com placas de Dourados. A ação fez parte da Operação Impacto, conduzida em […] (Mais de 1,5 tonelada de maconha enviada de Dourados é apreendida em Presidente Prudente)

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