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FICCO/GO e PMGO capturam casal foragido investigado por gerir finanças de facção criminosa

Goiânia/GO. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado de Goiás (FICCO/GO) e a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), por meio do COD, BOPE e CPE de Águas Lindas, Goianésia e Aparecida de Goiânia, prenderam na madrugada desta sexta‑feira (14/2), dois foragidos da Justiça, procurados por integrar e atuar na gestão financeira de uma facção criminosa. Os investigados, um homem e uma mulher, eram alvos foragidos da Operação Cifra Vermelha, deflagrada pelo GAECO/GO, e foram interceptados enquanto trafegavam pela BR‑414, no município de Cocalzinho de Goiás/GO, em um veículo do tipo SUV locado. No momento da abordagem, tentaram se identificar mediante a apresentação de documentos de identidade falsos, motivo pelo qual receberam voz de prisão. Contra ambos havia ordens judiciais em aberto no âmbito da Operação Cifra Vermelha, que apurou a atuação do casal como liderança do núcleo financeiro da facção criminosa. As investigações indicaram que os suspeitos utilizavam, inclusive, contas bancárias abertas em nome dos próprios filhos para movimentar e ocultar valores oriundos do tráfico de drogas, vinculados a uma facção. Com a deflagração da operação, foram sequestrados mais de R$ 28 milhões de reais, além da apreensão de diversos veículos. Durante a ação policial, os mandados de prisão foram devidamente cumpridos e, em razão da apresentação de documentos falsos no momento da abordagem, o casal também foi autuado em flagrante pelo crime de uso de documento falso, sendo posteriormente encaminhado à unidade policial competente, onde permanece à disposição do Poder Judiciário. A FICCO/GO é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais, atuando de forma integrada no enfrentamento ao crime organizado no Estado de Goiás. Comunicação Social da Polícia Federal em GoiásContato: (62) 3240-9607 / 99216-6260E-mail: cs.srgo@pf.gov.br Fonte: Polícia Federal

PF encerra atuação irregular de segurança privada no Carnaval de Guriri, em São Mateus/ES

São Mateus/ES. A Polícia Federal realizou, durante as ações de fiscalização no Carnaval de Guriri, a expedição de Auto de Encerramento em razão da constatação de que empresa não autorizada e pessoas não capacitadas estavam exercendo atividades de segurança privada no balneário, que recebe grande fluxo de público durante o período festivo. No local, foram identificadas 35 pessoas atuando irregularmente como vigilantes, muitos sem formação profissional adequada e sem vínculo com empresa regularmente autorizada pela Polícia Federal. Durante a ação fiscalizatória, foram igualmente verificados e registrados equipamentos utilizados nas atividades irregulares. A Polícia Federal procedeu à notificação da empresa responsável e também da Prefeitura de São Mateus/ES, diante da ocorrência de prestação de serviços de segurança privada em evento público sem a devida autorização e sem observância dos requisitos legais. A Polícia Federal reforça que atividades de segurança privada só podem ser executadas por empresas devidamente autorizadas e fiscalizadas, e que a contratação de serviços irregulares representa risco à segurança de toda a coletividade. A verificação da regularidade da prestadora junto à Polícia Federal é medida essencial para garantir a legalidade e a proteção dos participantes de grandes eventos. Outras informações poderão ser divulgadas oportunamente. Comunicação Social da Polícia Federal no Espírito Santocs.sres@pf.gov.br(27) 99245-5616 Fonte: Polícia Federal

Lucas Pinheiro brilha e conquista ouro inédito para o Brasil nos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão

O esporte brasileiro alcançou um feito sem precedentes neste sábado: a primeira medalha conquistada em toda a história dos Jogos Olímpicos de Inverno. O protagonista dessa façanha foi o jovem esquiador Lucas Pinheiro, de apenas 25 anos, que subiu ao degrau mais alto do pódio na modalidade de slalom gigante, na cidade de Milão. A performance de Pinheiro foi digna de ouro. Na sua primeira descida, o atleta demonstrou excelência, registrando o impressionante tempo de 1 minuto, 13 segundos e 92 centésimos, garantindo a melhor marca entre os 81 competidores que enfrentaram as pistas geladas. Mantendo o ritmo e a precisão na segunda e decisiva descida, Lucas marcou 1 minuto, 11 segundos e 8 centésimos, consolidando sua vitória e gravando seu nome nos anais do esporte nacional. O pódio foi completado por dois talentos suíços: Marco Odermatt conquistou a medalha de prata, enquanto Loic Meillard garantiu o bronze, em uma disputa acirrada que ficará marcada na memória olímpica. A vitória de Lucas Pinheiro representa um salto gigantesco para o Brasil nos esportes de inverno. Até então, a melhor colocação do país havia sido um honroso nono lugar, alcançado por Isabel Clark na competição de snowboard durante os Jogos Olímpicos de Inverno de Turim, em 2006. O ouro de Lucas não apenas encerra um jejum, mas também inspira uma nova geração de atletas a sonhar ainda mais alto nas modalidades de neve e gelo. Fonte: Esportes

Chuva atrasa safrinha no Centro-Oeste e seca derruba soja no Sul

O campo brasileiro vive, neste início de 2026, duas realidades opostas — e igualmente preocupantes. Enquanto o excesso de chuva em Mato Grosso impede máquinas de avançarem, no Rio Grande do Sul a falta d’água já destrói lavouras inteiras. No meio desse contraste climático, o resultado é o mesmo: risco para a produção e incerteza para o produtor. No maior Estado produtor de grãos do país, Mato Grosso, as precipitações frequentes vêm interferindo diretamente no ritmo da colheita da soja e, principalmente, na janela de plantio do milho safrinha. A colheita até avança em relação ao ano passado — 39,61% da área havia sido retirada até 6 de fevereiro, contra 28,58% em igual período de 2025 —, mas o excesso de umidade impede a entrada de máquinas e trava a sequência do calendário agrícola. O reflexo imediato aparece no milho. O plantio atingia 28,30% da área prevista, abaixo da média histórica de 35,54%. Em outras palavras: a soja está sendo colhida, mas não no ritmo necessário para permitir a semeadura do milho dentro da janela ideal. O problema é técnico e econômico. O milho safrinha depende quase totalmente do calendário. Cada semana de atraso aumenta a probabilidade de pegar seca no final do ciclo, especialmente em abril e maio. Ou seja, o produtor pode plantar — mas com risco crescente de produtividade menor. Além disso, a chuva constante também dificulta práticas agronômicas essenciais, como a aplicação de fertilizantes nitrogenados. O nitrogênio é decisivo para a formação de espigas e enchimento de grãos. Sem aplicação adequada, mesmo áreas plantadas no prazo podem perder potencial produtivo. Outro efeito indireto começa a preocupar: doenças e pragas. A colheita mais longa da soja eleva a pressão de percevejos, mosca-branca e ferrugem asiática, problemas que não apenas reduzem rendimento como também aumentam custos com defensivos. Se no Centro-Oeste a água sobra, no Sul ela simplesmente desapareceu. No Rio Grande do Sul, a safra de verão caminha para mais uma quebra relevante. Em várias regiões do oeste gaúcho, o acumulado de chuva em janeiro ficou abaixo de 40 milímetros, segundo levantamento da Conab. A consequência já aparece no campo: estresse hídrico, abortamento de flores e vagens, queda de folhas e redução irreversível do potencial produtivo da soja. Produtores relatam perdas superiores a 50% em algumas propriedades. Em São Borja, há áreas há mais de 30 dias sem precipitação significativa. Lavouras que projetavam produtividade próxima de 60 sacas por hectare agora dificilmente passarão de 35. A assistência técnica confirma o quadro. Relatórios de campo apontam temperaturas próximas de 40 °C, alta evaporação e baixa umidade relativa do ar — uma combinação que impede a planta de completar o ciclo reprodutivo. Na prática, a soja até cresce, mas não enche grãos. E o impacto vai além da agronomia. Depois de sucessivas frustrações desde 2020, muitos produtores já entraram nesta safra com menos investimento. Alguns reduziram tecnologia, outros plantaram áreas menores e há casos em que a produção passada ainda nem foi paga, agravado por dificuldades de crédito e problemas financeiros em cooperativas regionais. Leia Também: Indústria de chocolate enfrenta crise histórica O resultado é um círculo perigoso: menos produtividade gera menor renda, que reduz investimento na próxima safra, que por sua vez aumenta o risco de nova quebra. Os números da safra passada ajudam a dimensionar. A produção gaúcha de soja caiu 25,2% e a produtividade recuou para 33,5 sacas por hectare — abaixo do custo operacional estimado em 43,8 sacas. Ou seja, mesmo colhendo, parte dos produtores trabalhou no prejuízo. Agora, a situação tende a repetir-se. O cenário climático atual mostra um ponto cada vez mais claro na agricultura brasileira: não é apenas a quantidade de chuva que define a safra, mas sua distribuição. Mato Grosso tem água demais no momento errado. O Rio Grande do Sul, nenhuma no momento decisivo. Para o mercado, isso significa volatilidade. O atraso da safrinha pode afetar a oferta de milho no segundo semestre, enquanto a quebra gaúcha reduz o volume nacional de soja disponível e pressiona margens do produtor. Para quem está no campo, porém, o efeito é mais simples — e mais duro: planejamento cada vez mais difícil e risco cada vez maior. A safra continua dependendo do clima, mas o clima já não respeita mais o calendário agrícola. Fonte: Pensar Agro

Show Rural supera previsão do Pensar Agro movimenta R$ 7,5 bilhões

O Show Rural Coopavel 2026 terminou maior do que começou. A feira, realizada de 9 a 13 de fevereiro em Cascavel (PR), encerrou com 430.300 visitantes e R$ 7,5 bilhões em negócios — acima inclusive das projeções revisadas durante o próprio evento. O resultado também superou o desempenho de 2025, quando haviam sido contabilizados 407 mil visitantes e R$ 7,05 bilhões movimentados. O número final confirma, na prática, uma percepção que o Portal Pensar Agro já havia apontado ainda antes da abertura oficial, em 4 de fevereiro: mesmo em um ciclo de margens apertadas, o produtor não deixaria de investir, apenas mudaria a forma de investir. O comportamento visto ao longo da semana seguiu exatamente esse roteiro. Inicialmente, a organização trabalhava com expectativa de apenas R$ 6 bilhões em negócios — cerca de 15% abaixo do ano anterior — refletindo a queda nas cotações de soja e milho, juros elevados e incertezas de renda no campo. Com o avanço da visitação, a projeção foi revisada para a faixa de R$ 6 bilhões a R$ 7 bilhões. O fechamento superou até esse novo patamar. Segundo o presidente do Conselho de Administração da Coopavel, Dilvo Grolli, o resultado reflete mais do que otimismo: indica mudança de postura do produtor rural. Em vez de expansão de área ou aquisição por impulso, a procura concentrou-se em tecnologia, manejo e soluções capazes de reduzir custo operacional e aumentar eficiência. A feira teve pico de público no último dia, com 61.476 visitantes, e recebeu caravanas de diversas regiões do Brasil e mais de 20 delegações internacionais, além de recorde de participação de estudantes de escolas técnicas agrícolas. Apesar do volume total elevado, os resultados não foram homogêneos entre os setores — o que ajuda a entender o momento atual do agro brasileiro. Na área de máquinas e implementos agrícolas, houve retração. A Câmara Setorial da Abimaq registrou queda de cerca de 15% nas intenções de compra em relação a 2025. O motivo não foi falta de interesse tecnológico, mas de rentabilidade. Com soja e milho em patamares de preço mais baixos, valorização do real e custo financeiro elevado, o produtor evitou investimentos de alto valor e longo prazo. Ou seja: a feira foi cheia, o produtor apareceu, mas comprou com critério. Por outro lado, o crédito rural teve desempenho oposto. O Sicoob registrou o maior volume de sua história dentro do evento: R$ 4,5 bilhões protocolados em 9.108 operações, mais que o dobro da meta inicial de R$ 2 bilhões. Aproximadamente R$ 3,8 bilhões corresponderam a crédito rural e CPR-F. O montante respondeu por mais de 40% de todo o movimento financeiro intermediado por instituições presentes na feira. Leia Também: Conectividade no campo: 5G promete revolucionar o agronegócio A estratégia ajudou: durante a semana, agências de todo o Paraná ofereceram as mesmas condições do parque de exposições, transformando o evento numa plataforma de negócios estadual, não apenas presencial. O contraste entre os setores revela o atual estágio do agronegócio brasileiro. O produtor não está paralisado — está seletivo. Grandes aquisições foram postergadas, mas investimentos ligados a produtividade, manejo e custeio avançaram. Isso explica por que, mesmo com preços pressionados e margens comprimidas, o resultado final superou as expectativas iniciais. O produtor pode até reduzir o risco, mas não pode reduzir a produtividade — e sabe que tecnologia hoje deixou de ser expansão para virar sobrevivência econômica. A próxima edição já tem data marcada: de 1º a 5 de fevereiro de 2027. Fonte: Pensar Agro

Cacau Protásio estreia como musa da Portela no Carnaval 2026: ‘Empoderamento’

Portela confirmou Cacau Protásio como musa no Carnaval 2026. A tradicional escola carioca desfila no domingo (15), e a atriz celebrou a estreia no posto destacando o orgulho de representar uma agremiação que considera “raiz”, formada majoritariamente por integrantes vindos da comunidade. Apesar de ser o primeiro ano como musa, Cacau já tem história com a azul e branco de Madureira. Em 2013, logo após o sucesso como Zezé na novela Avenida Brasil, ela cruzou a Sapucaí em um carro alegórico que homenageava o Mercadão de Madureira. Wanessa Camargo relembra desfile histórico na Sapucaí: ‘O ano era 2004’ A atriz relembra que foi a primeira escola pela qual desfilou depois de ganhar projeção nacional na TV. Segundo ela, o carinho da comunidade sempre foi recíproco, o que torna a nova fase ainda mais especial na carreira. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por gshow (@gshow) Fonte: TOP FAMOSOS

Marcelo Sangalo brilha ao lado de Ivete no Carnaval de Salvador: ‘Paixão pela musica’

Marcelo Sangalo, de 16 anos, chamou atenção ao subir no trio elétrico de Ivete Sangalo para tocar percussão durante o desfile do bloco Coruja, neste sábado (14), no Carnaval de Salvador. O jovem mostrou desenvoltura ao acompanhar a apresentação da mãe no circuito da folia. Não é a primeira vez que Marcelo Sangalo demonstra intimidade com a música. Filho primogênito da cantora com Daniel Cady, ele já participou de outros momentos ligados à carreira artística da mãe, sempre despertando comentários pela naturalidade com os instrumentos. Cacau Protásio estreia como musa da Portela no Carnaval 2026: ‘Empoderamento’ Em janeiro, o adolescente também assumiu o comando musical no aniversário de Dito Espinheira. Na ocasião, Marcelo se apresentou como DJ no encerramento da festa, realizada no Principote, animando os convidados entre eles a própria Ivete  até o fim da celebração. Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Veveta (@ivetesangalo) Claudia Leitte exibe look para primeiro dia de carnaval no Blow Out em Salvador Fonte: TOP FAMOSOS

Acidente de trânsito termina com apreensão de grande quantidade de maconha em Ponta Porã

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Um acidente de trânsito registrado na tarde desta sexta-feira (13), transformou uma ocorrência aparentemente comum em caso de polícia no município de Ponta Porã. A colisão aconteceu na Rua 12 de Outubro, no bairro Vila Áurea, e resultou na apreensão de uma grande quantidade de maconha. De acordo com informações preliminares, o condutor de um […] (Acidente de trânsito termina com apreensão de grande quantidade de maconha em Ponta Porã)

Tragédia na fronteira: criança de 4 anos morre em incêndio em Pedro Juan Caballero

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero Uma tragédia comoveu moradores da região de fronteira na tarde desta sexta-feira (13). Uma criança de apenas quatro anos morreu durante um incêndio que destruiu a casa onde vivia com o pai e os avós, no bairro Guarani, em Pedro Juan Caballero. De acordo com informações preliminares, o menino não conseguiu sair do cômodo onde […] (Tragédia na fronteira: criança de 4 anos morre em incêndio em Pedro Juan Caballero)

Vendas no comércio varejista fecham 2025 com alta de 1,6%

Ponta Porã News – Notícias de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero As vendas no comércio varejista fecharam 2025 com alta de 1,6%. Na passagem de novembro para dezembro de 2025, as vendas no setor variaram negativamente 0,4%. A média móvel trimestral variou positivamente 0,3% no trimestre finalizado em dezembro. Os dados são da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta sexta-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de […] (Vendas no comércio varejista fecham 2025 com alta de 1,6%)

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